IP Notary · ipnotary.ai
O IPNotary sela obras produzidas com inteligência artificial generativa e guarda, junto com elas, a prova de como foram feitas. Cada artefato recebe um selo criptográfico com timestamp confiável e entra em uma cadeia de custódia verificável — prova de existência, de origem e da contribuição humana no processo. A captura acontece no momento da criação, dentro das ferramentas de IA que a sua equipe já usa, e não em um formulário preenchido meses depois, quando ninguém lembra mais o que aconteceu.
O problema que isso resolve é conhecido de quem trabalha com IA: obra assistida por modelo vive numa zona cinzenta, e memória não é evidência. A pergunta “quem fez isso, de fato?” costuma chegar tarde — num pedido de registro, num takedown, numa auditoria de licenciamento, numa due diligence de aquisição. Nesse momento, prints de tela, arquivos soltos e a lembrança da equipe valem pouco. O IPNotary existe para que a resposta já esteja pronta, datada e conferível por terceiros.
O IPNotary roda como servidor MCP dentro dos ambientes de IA em que a obra realmente nasce — Claude Code, Cursor, Kimi, Cowork e fluxos agênticos equivalentes. Não é preciso desviar tráfego, entregar credenciais dos seus provedores de modelo nem trocar de ferramenta. A captura funciona a partir do registro que os seus próprios ambientes já produzem.
Enquanto você gera, dirige, itera, seleciona e edita, o sistema registra cada fase com timestamp por turno, verbatim da fonte. O prompt de geração é cifrado e guardado em escrow, com apenas a impressão digital publicada — evidência de direção criativa sem expor o seu segredo criativo. Nada precisa ser lembrado ou preenchido depois.
No fechamento, o artefato é hasheado em SHA-256 e o selo é gravado num registro encadeado por hash, à prova de adulteração. O resultado sai em três níveis, conforme o destinatário: certificado para um cliente, relatório de proveniência para um licenciado, dossiê de evidências para litígio. Todos resolvem para o mesmo fato selado, e qualquer pessoa pode conferir a integridade pelo verificador público, sem depender de nós.
Três coisas verificáveis: que aquele arquivo exato existia naquele instante, que ele não foi alterado desde então e quais fases humanas do processo criativo foram documentadas. O que não foi documentado aparece como ausente, em vez de ser presumido.
Não. O IPNotary não é órgão de registro e não concede direitos. Ele produz evidência técnica, datada e verificável, que pode instruir um pedido de registro, um licenciamento, uma contestação ou uma diligência. Quem decide sobre titularidade é a autoridade ou o foro competente.
O prompt é cifrado e guardado em custódia, com apenas a impressão digital publicada. Depois é possível comprovar que aquele prompt específico foi o usado, sem ter exposto o texto na hora da selagem.
Não. A captura parte do registro que as suas próprias ferramentas já produzem. Não pedimos credenciais de provedor e nenhum tráfego de geração é desviado por nós.
São camadas complementares. O C2PA descreve a proveniência técnica do arquivo; o timestamp comprova existência em um instante. Nenhum dos dois descreve a contribuição humana entre o pedido e a entrega — é essa camada que o IPNotary documenta e avalia.
Pelo verificador público em ipnotary.ai/verify.html: basta recalcular o hash do arquivo em mãos e conferir a integridade do encadeamento. As regras de avaliação ficam em ipnotary.ai/ruleset.html, para que a nota possa ser conferida e contestada.